6.11.08
4.7.08
30.6.08
14.5.08
13.5.08
8.2.08
26.11.07
o meu tributo


a Walt Whitman.
(díptico, Central Park, Sunday Morning)
This is what you should do:
Love the earth and the sun and the animals, despise riches, give alms to every one that asks, stand up for the stupid and crazy, devote your income and labor to others, hate tyrants, argue not concerning God. Have patience and indulgence toward the people, take off your hat to nothing known or unknown or to any man or number of men, go freely with powerfully uneducated persons and with the young and the mothers of families, read these leaves in the open air every season of every year of your life, re-examine all you have been told at school or church or any book […]. (Leaves of Grass, preface 1855)
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24.10.07
5.10.07
o meu tributo

a Stephen Shore
Fiz esta polaroid da escadaria da biblioteca de Columbia algures entre Maio e Agosto deste ano. Nem apontei a data no verso. Mas fi-la com a ideia dos U.S. Postcards de Stephen Shore na cabeça: cores saturadas de paisagens urbanas semi-despovoadas num determinado momento do dia. Depois de secar, quando olhei bem para ela, lembrei-me de alguma coisa que Joel Meyerowitz disse sobre os lugares-comuns típicos da fotografia amadora; esses que curiosamente são uma das grandes referências de Shore. Monumentos desenquadrados devido ao erro de paralaxe das máquinas instantâneas, motivos turísticos, pontos de passagem fugaz. O próprio Meyerowitz, nas suas street-photographies, acusa essa tendência mas de uma forma muito refinada, (como em Untitled, 1966, que fotografa a projecção de um slide tomado por uma turista da vista de uma janela de avião). Anos mais tarde aparece Martin Parr como o derradeiro nome desta matéria, que utiliza a fotografia como um registo dos fluxos turísticos e do hedonismo forçado de uma sociedade esgotada.
Aqui, como em Shore e Parr, o processo repete-se: um homem que fotografa outro homem que fotografa uma estátua em bronze. Mas aqui, obviamente, como homenagem. Não como um especial interesse sociológico.
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4.10.07
o meu tributo

a Alan Berliner.
Alan Berliner recolheu uma série de vídeos caseiros de 16mm e editou-os com um carácter sequencial. No seu 'The Family Album' conseguimos acompanhar a evolução do ser humano nas três fases fundamentais da vida: a infância, a idade adulta e a velhice. Diferentes vídeos, de diferentes épocas e de várias famílias norte-americanas compõem a base do seu documentário. Eu, com um punhado de fotos de família em cima de uma colcha amarela, tento o mesmo efeito; e numa imagem apenas comprimo cinquenta anos de história familiar. Agora falta a legenda.
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